A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 26/09/2021

Com base em uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 13 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil, o número representa, aproximadamente, 12,4% da população . Primeiramente, deve-se entender que com esse alto índice de desemprego, as pessoas buscam alternativas de trabalho, seja para garantir sustento ou complementar a renda. Essas necessidades das pessoas de ganharem dinheiro para sobreviver, surgiu oque ficou conhecido como a uberização de trabalho, que apesar de ter pontos positivos, os pontos negativos causam mais impactos.

A uberização tem como prós alternativa para o desemprego, liberdade para escolher horários , flexibilidade etc. Entretanto os contras gera falta de estabilidade, necessidade de legislação, possível precarização , ausência na remuneração por hora extra, perdas de garantias trabalhistas da consolidação das leis de trabalho (CLT). A advogada trabalhista Deborah Gontijo, do escritório Kolbe Advogados Associados , afirma que a uberização é, na verdade, a modernização das relações de trabalho.

Portanto, compete ao Governo Federal lidar com essa inconsistência. Ademais, cabe ao Ministério do Trabalho investir em uma fiscalização nacional nas condições precárias do trabalho e avisar ao Ministério Público dessa problemática.