A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 26/09/2021
Atualmente, com o avanço da tecnologia, o mercado de trabalho tornou-se mais disputado quando comparado a tempos atrás. Com o desenvolvimento da tecnologia, principalmente na área das máquinas, muitos empregos foram perdidos, tal mudança afetou consideravelmente no poder de compra do brasileiro. Essa situação gerou muitos problemas, como por exemplo o desemprego em grande escala, tal inconveniente, juntamente com as desigualdades sociais geraram a “uberização” na era tecnológica, um problema precário que afeta todas as áreas.
Nessa realidade, a necessidade de um segundo emprego aumentou consideravelmente. Um dos fatores que motivam essa mudança é a perca do poder aquisitivo, obrigando toda uma nação a consumir menos. Por consequência, as empresas demitem muitos funcionários para evitar a perca de capital exageradamente.
Por conta desses fatores, o desemprego faz com que a busca por empregos mal remunerados e até mesmo sem garantias aumentem. Paralelamente à isso ocorre a “uberização”, nela não há nenhum vínculo empregatício, boa remuneração ou garantias, porém, a quantidade de vagas para esse tipo de trabalho é praticamente ilimitada. Nessa perspectiva pode-se perceber a desigualdade social, tais empregos são muito utilizados, porém, por conta do capitalismo a empresa juntamente com a tecnologia afastou o funcionário, fazendo assim, algo parecido com o trabalho escravista.
Conforme abordado o tema, é nítido que a “uberização” gerou trabalhos de fácil acesso, porém, a praticidade para ele tem por trás a precarização do emprego. Cabe ao ministério do trabalho, por meio de leis, organizar e regulamentar tal modalidade de emprego, com o intuito de beneficiar os contratados com as leis do trabalho, afastando assim, o trabalho mal remunerado, humilhações sofridas e diversos outros fatores impactantes para a profissão.