A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 09/11/2020

No Brasil, existe um cenário pessimista com cerca de 13. Ilhoses de pessoas desempregadas, segundo o Instituto de Geografia e Estatística. Os indivíduos buscam cada vez mais alternativas de trabalho, seja por garantir alguma forma de sustento ou complementar renda. Então a  necessidade das pessoas de ganhar dinheiro para a sua estabilidade de vida é conhecida como uberização do trabalho, que traz a sua modernização e agilidade.

É visto como um modelo mais informal, flexível e por demanda. Tem-se notado um grande aumento na automação e na inteligência artificial na qual aumente uma demanda por um novo tipo de trabalho, onde as pessoas desejam por uma rotina diferente com autonomia em suas tarefas. Mostrando que cada pessoa acaba tornando-se seu próprio empresário e gestor, o foco é por resultados, fonte de renda adicional, melhoria da distribuição e de renda, a uberização contribui para isso.

Contudo, de acordo com a advogado Déborah, diz que o modelo, de certa forma, também trás uma precarização do trabalho. O empresário Flávio  Mikami produtor de eventos, utiliza de mão de obra esporádica, com uma equipe de sessenta pessoas que trabalham para ele porém não é um emprego fixo, são chamados de acordo com o serviço. Acredita-se que a tendência é crescer cada vez mais as contratações pontuais. É uma possibilidade maior de gerar renda, há uma demanda de pessoas que estão sem poder trabalhar e que usam serviços pontuais como fonte de renda principal.

Os contratantes, tem-se o lado negativo que esbarram em problemas de legislação que limitam a periodicidade do trabalho. Com uma regulamentação maior em cima disso, facilitaria esse tipo de contratação. É entendido que a falta de regulamentação contribui para a precarização. Quanto mais tecnologia temos, mais tempo sobra. Os robôs, de acordo com o diretor executivo da Abracem Carlos José, só acabam com o trabalho repetitivo mas não com as oportunidades de emprego .