A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 12/10/2020

De acordo com a Constituição Federal, segurança pública, dever do estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para preservar a ordem pública e a incolumidade das pessoas e do patrimônio. Em virtude disso, para garantir a prestação de um serviço de qualidade é necessário investir em tecnologia. Tanto para atuar na repressão de crimes, quanto na prevenção. Em consonância com o antropólogo Darcy Ribeiro, o Brasil, último país a acabar com a escravidão, tem na sua herança a perversidade intrínseca, o que faz a classe dominante enferma da desigualdade, e do descaso. Dessa forma, é possível anuir que o problema da violência advém desde o período escravocrata, e que ainda persiste em razão da desigualdade social. Todavia, com o intuito de prevenir a prática de delitos, algumas cidades, como São Paulo aderiu a programas de câmeras inteligentes, que monitoram os locais mais perigosos 24 horas por dia. Assim, ao averiguar uma situação suspeita a polícia intervém preventivamente. As regiões norte e nordeste do país, possuem os maiores índices de mortes violentas por latrocínios, roubos seguidos de morte e homicídios. Isso ocorre pela falta de investimentos na polícia, o Programa Fantástico denunciou que o Estado do Rio Grande do Norte, ficou há mais de 10 anos sem concurso e que as delegacias não tinham nem computadores, algumas não funcionavam nos finais de semana. Em contrapartida, o crime organizado cada vez mais articulado comanda o respectivo Estado. Isso porque a polícia não possui instrumentos para apurar a autoria dos crimes que ficam impunes, o que incentiva a ação dos criminosos. Em suma, o Ministério Público como fiscal da lei e o Tribunal de Contas da União devem instaura um inquérito para averiguar o destino das verbas públicas , haja vista que segurança é um dever do estado. No caso de apuração de desvio do dinheiro, que esse seja devolvido para o erário, é aplicado nos respectivos órgãos. Além disso, que sejam suspensos os direitos políticos para evitar que se candidatem a cargos eletivos.