A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 19/04/2021
Em 1948, declarada universal dos direitos humanos, a manutenção do respeito, porém, atualmente no cenário brasileiro, observa-se justamente o contrário ao se questionar sobre o analfabetismo digital brasileiro. Nesse contexto, percebe-se a necessidade de mudanças específicas, em razão do melhoramento da educação pública e da alteração na desigualdade social.
A educação é o agente principal no desenvolvimento de um País. No presente, o Brasil se encontra na nona posição na economia mundial, seria coerente confiar que o mesmo tem um ensino público suficiente para a tecnologia dos dias de hoje. Contudo, a veracidade aponta o oposto e resulta claramente na falta de aprendizado frente à tecnologia. Segundo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, pois o Estado não cumpre seu devido trabalho. Exposto que muitas crianças e adultos chegam ao mercado de trabalho desprevenido.
Além do mais, é preciso apontar a desigualdade social como impulsionador da falta de acesso a internet no Brasil. Segundo IBGE 170 milhões de brasileiros não sabem utilizar a internet corretamente. Tal exposto pode ser resultante de que muitos brasileiros sequer têm condições para bancar tal acesso. Logo, é intolerável que esse panorama continue a perdurar.
Entende-se, portanto, que ainda há obstáculos para garantir a concreção de políticas que desejem a mudança para um mundo melhor. Dessa maneira, é inadiável que os órgãos responsáveis pela educação brasileira tomem medidas suficientes para mudar a situação do País. Desse modo, o Brasil poderia superar o analfabetismo digital. E, de quebra, se possa viver em um país livre de atitudes inconsequentes.