A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 13/04/2021
Segundo uma pesquisa realizada pelo G1, 89% dos professores não tinham experiência em aulas remotas antes da pandemia. Já os alunos, apesar de muitos apresentarem dificuldades em aulas online, há um grupo de estudantes que sequer têm acesso ao conteúdo ou aparelhos tecnológicos. Além disso, a tecnologia hoje funciona como auxílio para atividades diárias, pessoas cujo não possuem conhecimento sobre ela, podem ter maiores dificuldades de realizá-las.
De acordo com o IBGE, uma a cada quatro pessoas não têm acesso a internet, cuja atua como auxílio para tarefas diárias, como por exemplo pagamento de contas, receitas culinárias, entre outros. Ademais, através dela pode-se adquirir mais conhecimento sobre questões sociais, a desinformação por falta de recursos é inaceitável.
Entretanto, com a chegada da pandemia em 2020, muitos alunos que não possuíam acesso a internet ou aparelhos tecnológicos, os quais de acordo com o MEC, não se pode afirmar a quantidade com uma base de dados pela falta de informações, seguem lidando com a ausência em suas aulas e até mesmo improvisando para que possam assisti-las, apesar de que muitas escolas sequer têm recursos e materiais para produzir as aulas online. Já os professores, segundo o G1, 89% deles não possuíam experiência em dar aulas remotas, 42% continuam sem treinamento e 21% têm muita dificuldade para lidar com elas.
Em síntese, o Ministério da Educação devia encontrar métodos que se adequem ao povo brasileiro e suas condições, para que em casos como os de hoje, uma pandemia, não falte acesso à educação fundamental e conhecimento básico sobre a tecnologia atual, assim evitando o problema dos professores com dificuldade em produzir suas aulas e dos alunos estarem presentes nelas.