A questão do analfabetismo digital no Brasil

Enviada em 08/01/2021

No século XIX, não houve um avanço no pensamento científico e filosófico, com o surgimento do Utilitarismo, doutrina defendida por Bentham e Stuart Mil, o qual beneficiou de forma imensurável à humanidade. Nesse contexto, uma das principais premissas é a defesa de que ações devem produzir um máximo de felicidade de forma coletiva, sendo aplicadas em questões políticas, sociais e econômicas. Entretanto, no Brasil atual, class-se hipóteses antagônicas ao princípio do útil, como é o caso dos desafios do analfabetismo digital, não só pela falta de conhecimento da população, como também pela falta de medidas governamentais.

Antes de tudo, vale ressaltar o contraste entre o Utilitarismo e a atual conjuntura do país, uma vez que a disseminação de notícias falsas sem verificar a veracidade da informação pelos cidadãos divergem na Constituição Cidadã, a qualifica um Estado de libre acesso a tecnologia de forma adequado. A esse respeito, pesquisas realizadas recentemente pela jornaç G1, mostram que aproximadamente 60% dos brasileiros não sabem diferenciar “notícias falsas”, sendo assim, corroboando os impactos sociais ocasionados pela má utilização digital. Dessa forma, fica claro, a importância de medidas para mudar o panorama presente que impulsiona aitudes de cancelamento e exclusão social.

Ademais, convém frisar a importância das instituições sociais sendo um conjunto de normal que tem o papel de satisfazer as necessidades básicas da população, porém a ineficiência do poder público em fiscalizar as redes sociais contra atitudes nocivas a vida da população fomentam os conflitos entre homem e sociedade. Sobre isso, o filme “A construção de Brasília” retrata a mudança de um país arcaico para um território moderno com a capacidade de resolver públicos. No entanto, há conflitos de planejamento, pois transtornos ocasionados pela ineficiência estatal, por exemplo, depressão e violência, estão atrelados pela falta de ações de cidadania nos ambientes digitais.

Portando, políticas públicas voltadas ao analfabetismo digital carecem de aplicabilidade. Nessa lógica, é imprescindível que o governo contribua para ampliar o conhecimento da população a questões tecnologicas e utilização correta, através no Ministério da Educação, implementando, nas bases curriculares, conteúdos que debatam a importância cidadania e meio digital . Assim, por intermédio da disciplina de computação, repasse o meio digital como ferramente para o desenvolvimento econômico e sociocultural, com intuito de formar futuros cidadão mais éticos. Além disso, cabe o Estado, por meio do Legislativo, criar leis mais rígidas de punição e de fiscalização a informações faldas e de caráter conflitante que infrijam os direitos humanos, objetivando aplicar de forma efetiva o útil na sociedade.