A questão do analfabetismo digital no Brasil
Enviada em 07/01/2021
Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, há uma falta de solidez nas relações sociais, econômicas e políticas, característica da modernidade líquida vivida no século XXI. Hodiernamente, nota-se uma liquidez no que se refere ao analfabetismo digital, como desafio no atual cenário brasileiro, sendo a dificuldade de aprendizagem das primeiras gerações e a rápida evolução digital, uns dos fatores para este norteamento. Assim, convém sondar essa problemática e propor soluções para dirimi-la.
Em primeira análise, é elementar que a dificuldade das gerações antigas em aprender nas ferramentas digitais, é uma causa para o problema persistir. O documentário brasileiro “Mundo Globalizado” relata os obstáculos que impedem um rápido avanço no acesso digital por pessoas idosas, como o desgaste do intelecto mental. Sob esse viés, é evidente que a população mais antiga não teve a oportunidade de terem o ensino básico adequado e nem o avanço tecnológico em seu cotidiano, o que prejudica a capacidade de descobrir e de serem guiadas no contexto atual.
Outrossim, é preciso atentar-se para a rapidez do desenvolvimento digital. De acordo com o Nexo Jornal, mais de 40% dos entrevistados não sabem usurfruir adequadamente das ferramentas on-line, seja por terem à disposição apenas como instrumento de diversão, ora pela falta de disponibilidade ao acesso à internet. Nesse ínterim, é perceptível que há necessidade de abtuar-se diante aos direcionamentos do avanço digital para elevar a capacidade cognitiva e ter o acompanhamento na velocidade e descobertas tecnológica.
Urge, portanto, medidas eficazes para combater o analfabetismo digital. Cabe ao Governo Federal em parceria com as famílias, implantar métodos, por meio de palestras de cunho incentivador e projetos informacionais, que promovam um avanço na adequação individual dos individuos diante da tecnologia. Somente assim, não ocorrerá no Brasil, uma liquidez mencionada por Zygmunt Bauman.