A questão do aborto no Brasil
Enviada em 17/10/2020
Na reportagem Aborto: uma conversa necessária, é mostrado entrevistas com mulheres que realizaram o aborto clandestino e os impactos ao corpo humano ao realizar esse tipo de procedimento. Fora do contexto, é evidente que a realidade apresentada pela obra pode ser relacionada ao mundo contemporâneo. Logo, é notório o aumento na procura por clínicas ilegais, bem como, ao crescimento da mortalidade materna por complicações na retirada do feto.
Primeiramente, é importante destacar a elevação pela procura por clínicas clandestinas. A respeito disso, de acordo com a Revista Exame, mais de 500 mil mulheres por ano realizam abortos ilegais no Brasil. Nesse sentido, a maioria dessas mulheres seguem essa escolha, porque possuem baixa renda e são menores de idade, pelo motivo da lei brasileira que criminaliza o aborto, faz que as mulheres tendem a ir de encontro dessas empresas proibidas. Dessa forma, observa-se que a restrição do governo sobre o aborto promove ao aumento do índice.
Ademais, o problema consiste ao crescimento da mortalidade materna realizando os abortos avulsos. Análogo a isso, através de um estudo realizado pelo Ministério da Saúde, o abortamento é responsável por 11,4% das mulheres do Brasil. Em síntese, com os equipamentos cirúrgicos mal higienizados e invasivos, corroboram para a propagação de doenças no útero feminino, fomentando ao agravamento de sua saúde. Desse modo, as mulheres devem ao máximo procurem alternativas melhores para seu bem estar, assim, evitando esses perigos.
Portanto, é mister que o órgão responsável tome providências para melhorar o quadro atual. Para a questão do aborto no Brasil, urge ao Ministério dos Direitos Humanos criar, novas leis que ajudem pessoas de baixa renda a não realizarem o aborto, contribuindo nas despesas necessárias para o desenvolvimento da criança até sua fase escolar. Somente assim, a realidade apresentada pela reportagem Aborto: uma conversa necessária diminuirá gradativamente.