A questão do aborto no Brasil

Enviada em 01/11/2018

Na sociedade brasileira o aborto está se tornando uma questão polêmica , e suas polarizações estão ligadas a religiosidade ou ao conservadorismo. Entretanto, os casamentos atuais não são como os de antigamente, cujo proposito era a procriação. Mas na sociedade contemporânea, o aumento de gravidez na adolescência está se expandindo, e pessoas querendo ter relação sexual somente pelo prazer. Com isso surge as gravidez indesejada, na qual a mulher opta pela realização do aborto clandestino em que no Brasil é considerado crime previstos nos artigos 121 e 127 do código penal, exceto em casos de estupros ou indicação médica.

Um dos fatores que influencia a mulher a abortar, é a condição financeira que vive, uma vez que, vem o medo de não poder oferecer o que o seu filho merece. Em determinados casos a gestante e o seu marido estão desempregados e não tem renda nenhuma. Em consequência da falta de renda familiar, a gestação indesejada é evidente, caso de aborto. É notório, diante da sociedade brasileira, encontrar mulheres separadas ou sem marido que engravida e deseja abortar, pensando na questão ética particular.

Além do mais, é de extrema importância ressaltar que uma a cada cinco mulheres  aos 40 anos terá abortado ao menos uma vez. Logo, 22 milhões de abortos ocorrem em locais insalubres e sem estrutura adequada. Com isso estamos perdendo vidas antes mesmo que o aborto seja legalizado, portanto, e´de grande importância analisar a teoria religiosa e ter uma conclusão para por em prática.

Portanto, cabe ao Ministério da Saúde em conjunto com ONS’S, ensinar e educar as populações carentes, por meio de debates, palestras e projetos criados para mostrar a realidade dos dias de hoje. O Ministério da Educação deve levar os profissionais que entendem do assunto abordado, para as escolas para mostrar as consequências de praticar o aborto. Já os religiosos devem procurar catequizar a sociedade para que busquem conhecer a teoria, pois estão matando vidas sem ao menos elas poderem se defender. Inclusive o Governo deve criar projetos financeiros que possa beneficiar as famílias após o parto, para garantir que a gestante não irá abortar, só receberá essa ajuda pós-parto por alguns meses, e logo ao decorrer de um determinado tempo já será encaminhado para o programa do Bolsa Família.