A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 16/12/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, pela ONU (Organização das Nações Unidas), assegura a todos os indivíduos o direito ao bem-estar na sociedade. Entretanto, a fome no Brasil apresenta contratempos para que se cumpra o que foi proposto, onde a questão de renda é uma grande impulssionadora da falta de alimento nas mesas dos brasileiros.

Em primeiro lugar, é crucial pontuar a ausência de medidas governamentais para combater a insegurança alimentar. Diante dessa perspectiva, o IBGE classifica em 3 níveis, todos relacionados a falta de quantidade e qualidade de alimento, uma questão que afeta todo o país, principalmente o Nordeste. Nesse sentido, essa declaração, segundo o filósofo contratualista, John Locke, configura-se como uma violação do ‘contrato social’, já que o Estado não cumpre seu papel de garantir direitos indispensáveis, como a alimentação, o que é evidente.

Ademais, é crucial apontuar a questão financeira como impulsionador da carência de alimentos no Brasil. Diante de tal exposto, segundo o G1, 1\3 da população não se alimenta com a quantidade necessária pela falta de verba, o que leva o aumento de problemas de saúde, como a anemia. Logo, é inadimissível que o cenário continue.

Portanto, é imprecindível que o Ministério da Saúde, por intermédio do governo federal, proponha a expansão dos depositos de alimentos, para uma melhor qualidade de produtos no mercado e realize a destribuição de cestas básicas em regiões carente, com o fim de amenizar a fome no Brasil e seus fatores. Assim, se consolidará um Estado em que desempenha corretamente seu ‘contrato social’, como afirma John Locke.