A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 16/11/2021

O escritor brasileiro, Gilberto Dimenstein, afirma que, embora o país possua um conjunto de leis, elas estão retidas ao plano teórico, percebe-se que essa tese aplica-se à questão da fome da fome no Brasil, haja vista que a Declaração Universal dos Direitos Humanos declare que todos os cidadãos sejam iguais em liberdade e direitos, isso não ocorre na situação de desigualdade social e insegurança alimentar brasileira. Assim, é importante atentar-se aos fatores que contribuem para ação, com ênfase no descumprimento legislativo e pela falta de ativismo social.

Dentro dessa lógica, no que concerne ao imbróglio, o governa causa um impacto negativo no fator. De acordo com Rousseau, filósofo suíço, o cidadão cede parte de sua liberdade ao Estado, por meio das leis, para assim chegar a um equilíbrio social. Porém, a economia brasileira é pautada na exportação de insumos agrícolas, o que aumenta o preço dos alimentos de forma constante diminuindo o poder aquisitivo de pessoas de baixa renda, visto que, o poder público não cria um processo de incentivo à importação com benefício ao empresários, como o desconto nos impostos. Em adição, a ação rompe com o defendido pela constituição brasileira, em fomentar o mercado interno com vantagens a toda sociedade brasileira. Em suma, para que assim no futuro haja uma diminuição no número de pessoas que são afetadas pela fome no território nacional respeitando as pautas constitucionais e superando um dos fatores motivadores.

Destarte, é válido ressaltar a citação de Martin Luther King, ativista social estadunidense, “Quem aceita o mal sem protestar coopera com ele”. Ou seja, a ausência de participação da manifestação social contribui para a persistência do problema. Sob esse viés, a falta de engajamento acaba por corroborar com a situação de insegurança alimentar no Brasil, seja com a falta de discussão nas redes acerca da inflação em oposição ao salário mínimo, ou em relação ao auxílio financeiro às pessoas em situação extrema pobreza. Logo, existe uma negligência dos cidadãos em apoiar a causa e contribuir com soluções para incentivarem a segurança alimentar aos brasileiros.

Diante dos argumentos supracitados, por fim, é necessária a formulação de ações eficazes para sanar a adversidade referida. Por conseguinte, o governo federal, por meio do Ministério da Economia criará políticas para incentivar as importações e não as exportações, com garantia de benefícios fiscais, bem como a redução de impostos, através da convocação dos empresários envolvidos nas produções agrárias para uma conferência, a fim de aumentar o número de empregos formais e reduzir o valor monetário dos alimentos. Em síntese, a questão da fome no Brasil será sanada na contemporaneidade.