A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 16/06/2021
Na constituição de 1988, está previsto o direito de todos ao acesso de alimentação adequada. Entretanto, a atualidade do país demostra que a fome está no dia a dia e que tem como motivador a desigualdade socioeconômica e a pandemia do corona vírus que forçou uma piora do cenário financeiro brasileiro deixando evidente o problema.
Primeiramente, é preciso perceber a influência que as diferenças de acesso econômico da sociedade exercem. Dessa forma, essa desigualdade influencia na alimentação da população, visto que parte desse povo não tem dinheiro o suficiente para manter uma refeição coerente com a necessidade. Prova disso são os relatos do livro “Quarto de despejo” que mostra a realidade de alguém que é subnutrida devido aos problemas financeiros. Portanto, fica claro que essa é uma problemática existente e negativa.
Além disso, a pandemia em 2020 fez com que o cenário piorasse. Desse modo, muitas pessoas foram demitidas ou foram impedidas de trabalhar, o que gerou uma menor renda para aquela família e uma possibilidade de fome, que afeta grande parte da população no país. Sendo comprovado com o fato de o Brasil ter voltado a fazer parte do mapa da fome da ONU, que mostra que cerca de 10.3 milhões de brasileiros passam fome. Por isso, fica evidente a presença do problema.
Em síntese disso, percebe-se que a alteração de cenário é necessária. Logo, o Ministério da economia deve trabalhar para gerar uma nova política de ajuda financeira aos menos favorecidos, com programas semelhantes ao bolsa família, que diminuiria a desigualdade econômica e garantiria o acesso ao alimento por todos. Outrossim, ele deve fazer trabalhos de movimentação econômica para a geração de novos empregos, como incentivos fiscais as empresas, para que a população possa voltar a trabalhar, conquistar uma fonte de renda e conseguir obter melhor acesso aos alimentos. Com isso, num curto prazo será possível que o país saia do mapa da fome e o problema seja superado.