A qualidade da água no Brasil

Enviada em 07/02/2020

No século XIX, a Revolução Industrial potencializou a degradação do meio ambiente com a finalidade de sustentar o mercado consumidor. Analogamente,no século XXI, é perceptível que essa mentalidade não se desconstruiu,sendo assim ,na atualidade, o foco de destruição a qualidade hídrica brasileira.Nesse sentido, é notório que esse empecilho progride aceleradamente em decorrer do descaso estatal e,também, da falta de engajamento popular contra esse problema.Dessa maneira, é necessário avaliar não só a deterioração dos recursos fluviais, como,também, as atitudes antrópicas que corroboram para o avanço desse empecilho.

Vale salientar,em primeiro plano, que a negligência do Governo é fundamental à permanência da degradação da riqueza hídrica do Brasil.Prova disso é o dado do SNIS( Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), no qual declara que 61% dos efluentes do país não são tratados,isto é, são fontes de destruição da qualidade da água da população brasileira.Sob esse prisma,essa problemática segue para a erradicação da salubridade das fontes fluviais, quais são incomensuráveis para a sobrevivência dos cidadãos e da biodiversidade.

Convém ressaltar, em segundo plano, que a população contribui para o extermínio dos recursos hídricos.Evidência disso é a terceira lei de Newton,que se trata da volta na mesma intensidade da força aplicada,assim os rios estão degradando-se em razão da escassez de engajamento social em relação a preservação ,como ocorreu com o Tietê.Desse modo, a qualidade hídrica se perde , pois o ciclo hidrológico não é suficiente para drenar as irresponsabilidades antrópicas ,desse jeito resulta na insalubridade dessa riqueza de recurso hídrico do Brasil.

Em virtude do exposto,portanto,é evidente o desleixo estatal em relação a qualidade da água do Brasil e,também, a falta de envolvimento social em oposição a esse problema. Assim,urge ao Ministério das Cidades promover a construção de postos de tratamento dos esgotos e,também,o aumento dos impostos das empresas que descartam seus resíduos nos rios, por intermédio de verbas do Governo Federal. Além disso, o MEC( Ministério da Saúde), na pessoa do Ministro Abraham Weintraub, deverá disseminar as informações acerca da destruição hídrica e suas consequências, por meio das mídias sociais e de outdoors.Em síntese, a fim de minimizar a degradação, preservar esses recursos valiosos, maximizar o envolvimento popular e mitigar a analogia entre a sociedade contemporânea e a Revolução Industrial.