A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

Enviada em 25/10/2020

A globalização e os avanços na tecnologia facilitaram muitos processos da humanidade. Entretanto, o acesso às informações tornou-se tão simplificado que nos tempos atuais os crimes cibernéticos como vazamento de dados pessoais entram cada vez mais em evidência dentre a população.

A Igreja, instituição cuja durante muitos séculos detinha totalmente o poderio do mundo, possui até hoje manuscritos e arquivos inacessíveis, os quais permanecem sob o controle dos mesmos. Os tempos passaram e a rede de dados da internet passou a substituir os papéis, permitindo assim armazenar mais informações com um campo infinito de possibilidades. Mas como todo tipo de avanço; esta causa controvérsias quanto à segurança desses dados, podendo ser também um perigo para as pessoas.

Por consequência da falta de legislação adequada quanto a isso no Brasil, escândalos envolvendo dados pessoais afetam uma grande camada da população, tanto artistas e empresários como outros esteriótipos. Segundo o instituto Ponemon, 63% das pequenas e médias empresas sofreram com algum tipo de vazamento de dados em 2019. Além disso, constataram que em 52% desses casos foram comprometidas informações de clientes. Tais estatísticas mostram o quão fragilizado é esse sistema no país.

Portanto, constata-se que o poder legislativo e judiciário devem colocar em questionamento essa esfera problemática, para que assim sejam definidas medidas mais rigorosas em relação à segurança pessoal online. É necessário fortificar as leis de proteção ao consumidor; sistematizar o fornecimento, controle e inspeção de  informações pessoais e garantir de forma ampla o conhecimento sobre as redes de dados para a população, através de cursos de especialização gratuitos fornecidos pelo governo.