A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

Enviada em 23/10/2020

Nos dias atuais, 7% dos pais não se preocupam com ameaças aos seus filhos pelo mundo online. O índice parece pequeno, entretanto, segundo dados da empresa internacional de cibersegurança kaspersly, eles conversam com a criança por volta de apenas 46 minutos. Isso é um índice bastante preocupante, visto que nas redes sociais existem usuários maldosos que podem afetá-las mentalmente, além disso, há outros os quais incentivam as mesmas fazerem algo incorreto.

Em vários aplicativos criados para o ser humano se divertir, como Facebook, Twitter e Instagram, diversos robôs surgiram nos últimos anos. Isso resultou no aumento de crimes na internet,em especial para pessoas menores de idade. Esses indivíduos sofrem ofensas. Alguns exemplos, são os crimes de racismos e bullyng, os quais  acontecem por conta da cor da pele ou por alguma aparência física, respectivamente. O resultado disso, podem levá-las a depressão, com isso, caso não tenha o diálogo entre a família, poderá cometer suicídio.

Ademais, existem criminosos que mandam os jogantes cometerem algo inadequado, pois percebem que falta consciência em determinadas ações. Uma delas, foi a “brincadeira” da “Baleia Azul”. Nesse jogo, era para cortar alguma parte do corpo. No final, muitos perderam a própria vida. Outro ponto importante, eles são ordenados a pegar o cartão de crédito do pai ou da mãe. Com isso, eles mandam a senha a quem pratica o crime, assim, os pais são roubados e ficam no prejuízo.

Portanto, é importante a família orientar os filhos pelo menos uma vez por semana,para ele saber que precisa tomar cuidado com o que lida, chamando-o para conversar de maneira tranquila, para ele se sentir confortável. Dessa forma, o mesmo ficará mais consciente nas atitudes que faz e os parentes terão mais segurança no comportamento desse indivíduo.