A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

Enviada em 23/10/2020

Com o passar dos anos, no Brasil, a necessidade diária de vários brasileiros de acessarem sites que exigem suas informações pessoais vem aumentando. Visto que, em pleno século XI, o acesso a bancos, perfis sociais, ou a trabalhos, se fazem de forma remota. Todavia, não é só por apenas ser uma indústria que cresce cada vez mais que devemos confiar em suas defesas sobre nossos dados. Isto é, a maioria da população jovem, atualmente se encontra online nas diversas redes sociais, com a finalidade de postarem seus pensamentos ou até mesmo viagens e bens ganhos. Porém, algumas dessas informações podem muito bem serem usadas contra a quem as espalhou. Dessa forma, se faz a importância da discussão de tal tema em nossa sociedade.

Como condiz na Lei 13.709 Art. 1º, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), publicada em 2018 e aprovada em agosto de 2020, “Esta Lei dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais…”, ou seja, se trata de empresas e sites manterem o anonimato dos dados utilizados de seus clientes. Contudo, a lei não específica sobre como será feita essa “proteção” das informações. Assim sendo, de total responsabilidade da entidade ter sua própria defesa, que diversas vezes abrem brechas para qualquer hacker digital conseguir tais informações almejadas para, até mesmo, extorquir com os dados conseguidos. Portanto, cabe de cada corporação sua devida e infalível proteção para com os dados de seus usuários.

Apesar de 93% dos pais se preocuparem em manter o filhos protegidos de qualquer ameaça vinda do mundo online, só conversam apenas 46 minutos sobre cibersegurança com seus filhos a vida toda, de acordo com o jornal O Tempo. Ademais, jovens e crianças passam a maior parte do seu dia em redes sociais ou navegando na internet. Logo, divulgam diversas informações pessoais, se expondo de diversas maneiras, mesmo parecendo elas bobas, um simples “post” sobre ficar sozinho em casa em alguma noite, pode ser a informação que um invasor quisesse obter para invadi-la. Por isso, pais de adolescentes devem cada vez mais buscar conversar com seus filhos sobre a exposição online.

Em resumo, para que tanto redes sociais, quanto sites que necessitem de informações pessoais se tornem mais seguros, é inevitável uma maior conscientização. Ou por propagandas em horários de TV, devido ao risco da aglomeração em razão do novo Coronavírus, ministrados pelo Ministério das Comunicações (MCom), juntamente com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), ou por parte dos pais aos seus filhos. Assim, criando órgãos públicos ou dando iniciativa a redes privadas para a confecção de sistemas relacionados a defesas contra ataques de hackers, sendo assim obrigatório a contratação e a administração de tais funções dentro da empresa.