A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 24/10/2020
Diariamente, são registrados pelo menos 366 crimes cibernéticos em todo o país. O levantamento mais recente, feito em 2018 pela associação SaferNet Brasil, em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), contabilizou 133.732 queixas de delitos virtuais, como pornografia infantil, conteúdos de apologia e incitação à violência e crimes contra a vida e violência contra mulheres ou misoginia e outros.
É de conhecimento geral que os crimes cibernéticos usam computadores para cometer outros crimes podem envolver o uso de computadores ou redes para disseminar malware, informações ilegais ou imagens ilegais. Os cibercriminosos fazem uso de ambos os tipos de crime cibernético de uma só vez. Primeiro, eles definem computadores de destino para infectar com vírus. Em seguida, usam esses computadores para disseminar malware para outras máquinas ou por toda uma rede.
Acresce que, “Utilizamos os celulares intensamente. Eles são dispositivos que contêm dados individualizados sobre o que cada um de nós pensa e como nos comportamos. Portanto, por eles serem um grande guardião de informações sobre nós mesmos, são necessários cuidados com relação à segurança deles. Vivemos em uma sociedade onde a vigilância está se incrementando”, diz o professor Jorge Henrique Fernandes, do Departamento de Ciências da Computação da Universidade de Brasília (UnB).
Ter em vista, que para se proteger desses “corpos” malignos será necessário manter o software e seu sistema operacional atualizados; usar software antivírus e mantenha-o atualizado; usar senhas fortes e Nunca abra anexos em e-mails de spam. São alguns dos meios de proteção, que a cada pessoa deve manter para se resguardar.