A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 23/10/2020
Na série “Sex Education”, a protagonista, Maeve, invade o sistema da escola para alterar suas notas e conseguir sua aprovação no ensino médio e, por conseguinte, almejar de uma bolsa de estudos para a faculdade. Fora da ficção, tem-se a proteção dos dados cibernéticos no Brasil como reflexo de um país desenvolvido. Porém, entraves como a falta de fiscalização e a comodidade da população precisam ser solucionados para resolver essa problemática.
Em primeiro lugar, é importante ressaltar a baixa estrutura governamental na questão de proteger dados pessoais online dos indivíduos. Dessa forma, a falta de fiscalizações das leis, como por exemplo Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei n.13.709), não estar sendo realizada. Segundo noticiou o jornal Folha de São Paulo, 3,6 milhões de pessoas tiveram seus cartões de créditos clonados em 12 meses no país entre 2017 e 2018. Assim, cabe o governo tomar medidas para solucionar o problema.
Além disso, é imperativo pontuar que a comodidade das pessoas em não tomarem medidas antes de fornecer dados a terceiros ou sites corrobora para extensão da problemática. Exemplos disso, podem ser encontrados nos dados, onde por ano são registrados em médias 500 mil casos envolvendo crimes virtuais e, 75% desses casos são devido ao descuido das vítimas. Desse modo, fica nítida que a sociedade moderna, embora possua um contato elevado com a tecnologia, se preocupa cada vez menos com os perigos presentes no campo virtual.
Para solucionar, portanto, essa problemática é necessário que o Ministério da Educação juntamente com os veículos midiáticos elaborem campanhas socioeducativa que tratem sobre a importância de proteção de dados na rede, tais campanhas serão financiadas por meio de parcerias com instituições privadas, e promovidas em redes sociais, com o finto de sensibilizar toda população sobre o tema. Somente assim, notar-se-á um população semautomotismo no olhar proposto por gilberto Dimenstai.