A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 27/08/2019
Segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável, cabe a ele escolher a melhor maneira de agir e pensar. Todavia, a respeito da existência de notícias sensacionalista no Brasil, recai sobre o homem o dever de evitar essa prática como também atenuar os danos causados. Nesse contexto, deve-se analisar a confiabilidade dos indivíduos nas informações vinculadas na rede e, também, a presença de “Fake News”.
Em primeira perspectiva, é importante destacar a confiança exacerba dos espectadores na fontes das informações. Nesse viés, de acordo com pesquisa realizada na Inglaterra pelo Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo, da Universidade de Oxford, cerca de 60% dos entrevistados no brasileiro acredita nas notícias veiculadas pelas empresas de comunicação sem uma verificação posterior. Assim sendo, é notório que as informações sensacionalista são passadas despercebida por mais da metade da população, assim medidas são necessária para amenizar tais impasses.
Ademais, atrelado a credibilidade, salienta-se disseminação de notícias falsa nos meio de comunicação social é um impulsionador do sensacionalismo. Ainda sob esse ângulo, a filósofa Hannah Arendt com o conceito “a banalidade do mal”, afirma que o pior mal é aquele visto como algo cotidiano, corriqueiro. Haja vista que as “Fake News” são observadas de maneira comum, porém representa uma grande desfavorecimento para ética jornalistica, que tem o dever de informar a sociedade. Desse modo, deve viabilizar medidas para conter tamanha problemática.
Torna-se evidente, portanto, a atuação do Ministério da Educação, por meio de palestras e grupos de debates nas escolas, coordenados por professores de sociologia e filosofia, possa formar nos alunos o senso crítico, com objetivo de a partir de pesquisas possa verificar a veracidades das notícias disseminadas na redes, assim poderá reduzir os impasses causados por informações sensacionalista. Além disso, realizar companhas na redes sociais que auxilie os cidadãos nessa apuração. Somente assim, por intermédio das boas escolhas, conforme Sartre, atenuará o problema.