A prática do catfish e seus perigos

Enviada em 25/08/2022

Apartir das Revoluções Industriais, houve o avanço da tecnologia. Nesse contexto, esse intento possibilitou o acesso direto aos aparelhos eletrônicos, tendo inclusive a disseminação da criação de perfis falsos. Consequentemente, a falta de conhecimento propiciou a prática do catfish, no qual trouxe prejuízos emocionais.

Diante desse cenário, vale ressaltar que a carência informacional resulta nesse imbróglio. Sob essa perspectiva, as redes sociais deveriam expor informações que alertasse aos usuários sobre a propagação de criação de perfis fakes, pois assim haveria a diminuição de internautas enganados. Segundo o filósofo Francis Bacon: ‘‘conhecimento é poder’’, sendo assin a partir da compreensão da existência de tais perfis, os indivíduos poderão se esquivar dessa prática. Nessa conjectura, espera-se que apartir da disseminação da existência de perfis enganosos, os usuários mantenham-se em alerta nas redes sociais.

Ademais, uma consequência advinda dessa prática de catfish é o dano emocional , pois quando enganadas pela primeira vez criam traumas. Nesse âmbito, diante de tais ações, o espaço tecnológico torna-se um difusor de impactos emocionais. De acordo com o psiquiatra Augusto Cury, o espaço tecnológico acarreta prejuízos mentais aos usuários, pois dentro dele há situações que potencializam ao indivíduo adquirir trauma, sendo assim, a prática de catfish traz um prejuízo emocional. Nesse sentido, é possível observar que a internet se configura como uma propagadora deste male.

Portanto, em virtude dos fatos mencionados, é fundamental que a escola, responsável pelo estímulo ao pensamento crítico promova a propagação de conhecimento da existência de perfis fakes no ambiente virtual por meio de minicursos e aulas, com especialistas em redes sociais, que abordem como identificar tais perfis, para que haja uma melhor segurança por parte dos usuários, a fim de que se evite a prática do catfish, e assim, não venha ocorrer danos emocionais aos indivíduos.