A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 13/04/2018

Ao longo das civilizações existiram episódios de revoltas, que por certos crimes em que a justiça não teve êxito, ou foi tardia, resultaram em punições extremamente severas pelas mãos das próprias pessoas comuns. Diante disso, pode-se afirmar que estas pessoas esqueceram o significado de justiça, e que a demora na resolução dos casos é o agravante.

Primeiramente, na justiça, existe vários códigos e condutas, e para que possa ser compreendidos dentro de sua totalidade, as pessoas estudam anos, dedicando tempo de suas vidas para entender como a justiça funciona, e somente estas pessoas, quando capacitadas, podem de forma certas, dar as punições que cabem ao meliante.

Por outro lado, durante um dia são cometidos milhares de crimes, no mínimo 60 mil mortes por ano, e esses são principalmente contra civis, e quando isso acontece, a vítima vai até a justiça para que seja resolvido, sendo que o processo é demorado, segundo o Conselho Nacional de Justiça, o prazo está acima de 4 anos, o que gera crimes cometidos pelas mãos de civis, antes vítimas e agora meliantes, e do pensamento que está enraizado na cultura, e que é passado de geração em geração.

Diante disso, percebe-se veemente a necessidade de diminuição do tempo de espera para a conclusão de um processo, para isso, deve-se incentivar alunos recém formados a ingressarem nas delegacias, fóruns, incentivo este que pode ser na redução da mensalidade ou financiamento estudantil, além de o Ministério da Educação coloque como assunto obrigatório o estudo da justiça, nas redes de educação, para diminuir o senso comum dos alunos, futuros cidadãos, o porque a justiça funciona desse jeito, evitando assim, que justiças com as próprias mãos ainda sejam presentes no futuro.