A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 12/04/2018
Robin Hood e a justiça Brasileira
A historia da humanidade está repleta de evoluções baseadas em injustiças. Na Alemanha a população sentia um desrespeito de parte da comunidade internacional, provinda dos acordos do final da segunda guerra mundial, então fizeram justiça com as próprias mãos. No Brasil as coisas não são diferentes, os assassinatos motivados e noticiados diariamente, é o mair exemplo da pratica da justiça sem o aval da justiça brasileira.
Ações tendenciosas para satisfazer pretensões são crimes. No Brasil os três poderes que controlam a organização politica e social “tarda” mas não falha. No código de processo civil vigente, possui um artigo que demonstra que os autos podem ser incinerados depois do prazo de cinco anos, todo o dia novos autos são arquivados ou iniciados. A ansiedade e o anseio em meio a tantas variáveis e prolongamentos acaba inspirando a população a ser seus próprios Robin Hoods.
A grande vontade de ver os culpados sendo punidos, a quantidades de materiais que podem se tornar perigosos, a baixa punitividade e varias estrategias legais para “aliviar” a punição torna qualquer um com uma ideia e um sentimento altamente perigoso. A noção de justiça é algo individual e extremamente sujeitável por terceiros, mas um juiz não deve ser uma parte envolvida, tem de respeitar as leis estabelecidas pela constituição, ser imparcial em suas decisões e se atentar aos fatos. Quando se tem uma reação violenta ou mesmo prejudicial perante uma situação em que a parte feriada é o juiz, tendi-se a ser injusto. Toda essa situação geram um movimento perpetuo, e isso impede que os capacitados julguem.
Com tudo, o Brasil é um local onde a justiça com as próprias mãos é mais eficiente logo mais utilizada. Os poderes responsáveis por definir e julgar as situações devem tomar medidas para agilizar os processos para satisfazer o desejo das pessoas pela justiça.