A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 06/02/2018

Crime. Justiça. Ausência. Essas palavras se colocadas juntas remetem fielmente a situação atual do Brasil. Diante dos casos apresentados diarimente no país, são poucos os recursos que restam à população.

Sujeito passivo: o qual é lesado ou ameaçado pela conduta criminosa, é automaticamente direcionado a recorrer as autoridades locais em busca de ajuda e justiça. Na esperança e convicção de que o ato será positivo e trará um estado ideal e mais seguro, o mesmo, se perde com a ausência e falta de compromisso do poder local.

Na presença dessa problemática são muitos os cidadãos que deixam as autoridades de lado, e fazem ou tentam fazer justiça com as próprias mãos. Infelizmente, nem sempre essa ação é bem sucedida. Muitos são os indivíduos que se lesionam ou até mesmo perdem suas vidas nessa tentativa.

É visível, portanto, que o Brasil vive uma situação delicada em que vai virando uma ‘‘bola de neve’’ caso, ajustes e/ou medidas não sejam aplicados. Assim, exercer justiça com as próprias mãos não é direito do indivíduo, e sim do poder judiciário. Para que isso seja realmente colocado em prática, é necessário que haja mais policiamento nas cidades, tanto nos centros urbanos quanto em bairros mais afastados, evitando possíveis crimes ou atentados, maior assiduidade por parte do Poder Judiciário em relação aos possíveis casos a serem solucionados.