A população em situação de rua no Brasil
Enviada em 22/09/2020
Conforme a teoria Darwiniana de “Seleção Natural”, apenas os seres mais aptos e fortes sobrevivem nas comunidades, sendo assim, as classes desfavorecidas tendem a se tornar fracas e frágeis. Essa é uma realidade existente no Brasil, onde indivíduos não retêm recursos suficientes para sua sustentação e utilizam as ruas da cidade como moradia, ressaltando a ineficiência do governo perante à população de baixa classe social.
É indubitável que essa questão social afeta as grandes metrópoles nacionais. Um do fatores que influenciam essa problemática é a exclusão social que esses indivíduos sofrem, seja ela por dependência química ou alcoólica, que afeta um grande número de moradores de rua. Além disso, ocorre o abandono afetivo em razão da orientação sexual, que se concerne na abnegação de pais que não aceitam a homossexualidade de seus filhos.
Outrossim, apesar da existência de albergues para o acolhimento dessas pessoas em situação de rua, muitos se recusam a ir para esses locais pois alegam serem tratados desumanamente pelos funcionários, além de os abrigos possuírem más condições de higiene e conservação. Somado a isso, segundo psicólogos, quando um indivíduo vive sozinho, autonomamente, por muito tempo, há dificuldade de sua adaptação a um ambiente coletivo.
Diante do exposto, evidencia-se a necessidade da melhor execução das políticas públicas em prol da população de rua. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome trabalhando junto a ONGs, deve fornecer, além da moradia, a capacitação profissional e o fornecimento de empregos, para que saiam das ruas transformando-se em força de trabalho. Além disso, a contratação de profissionais graduados em Serviço Social é fundamental para que haja o tratamento adequado aos usuários dos abrigos, aumentando, assim, o desejo dos moradores de rua em utilizá-los.