A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil
Enviada em 06/07/2024
É fato que há pobreza mestrual no Brasil que é um forte reflexo das desigualdades sociais pois afeta, quase que exclusivaamente, pessoas de baixa renda, trasendo prejuisos à saúde fisica e mental. Assim, infelizmente, concluisse que esse cenário representa uma grave mazela social. À vista disso, cabe avaliar a postura governamental e popular a cerca do problema.
Percebe-se, a pricípio, que a débil ação do poder público possui íntima relação com revés, uma vez que segundo a Constituição de 1988 todo cidadão brasileiro tem direito à saúde. Nesse viés, o equívoco eclode no erro de se acreditar que tal premissa é assegurada com eficiência em todos os seguimentos do corpo social. Nessa lógica, essa infeciência do aparato institucional no atendimento as demandas da nação resulta na pobresa mestrual que é a prova do descaso do Estado com a saúde fisica e mental das pessoas que mestruam e estão em situação de vunerabilidade economica. Sob esse viés, é perceptivel o cenário do descaso à saúde mental pela pessoa não poderem sair de casa ou se sair sair contrangida afetando o picicológico. Alem de, na saúde fisica pois são obrigadas a usar outras coisas não apropriadas para estancar a mestruação como: pano, papel higienico, miolo de pão, que pode causar infecções.
Ademais, cabe resaltar a indiferença social como outro fator que contribui para amanutenção do problema. Segundo Ortega Y Gasset “Cultura é o sistema de ideias vivas presentes em cada época”. Diante da ideia do filósofo, a cultura atual é a da indiferença que afeta diretamente o problema da pobreza mestrual, visto que, as pessoas não tentam mudar essa situação e por se tratar de um problema de desigualdade social que afeta grupos específicos o poblema é esquecido.
Portanto, cabe ao Governo Federal- responsável por adiministrar o povo e os interesses publicos- investir em mais banheiros públicos higiénicos para pessoas em sistuação de rua, em absorvente em lugares publicos e em palestras, por meio da mídia, com a finalidade de persuadir a população a também se movimentar para superar o problema da pobreza mestrual. Assim, não sera mais um problema para a saúde dessas pessoas e as desigualdades socais serão amenizadas.