A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil

Enviada em 29/05/2024

A Consituição de 1988 garante a todo indivíduo direito à saúde. Contudo, quando se discute a problemática da pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil, é notório que essa lei não se aplica a todos. Diante disso, é importante discutir como a falha governamental e a falta de renda agravam essa temática.

Diante desse tópico, é válido analisar, de ínicio, como os erros do governo ampliam esse tema. Em sua análise denominada “Contrato social”, John Locke diz que é dever do Estado oferecer qualidade de vida para os cidadãos. Apesar dessa afirmação, o governo brasileiro, em sua totalidade, não cumpre com seu papel social visto que as ideiologias estatais são negligenciadas pelos seus governantes no que se refere à pobresa menstrual. Situações como estas acabam gerando algumas doenças como a infecção causada pelo sangue e falta de autoestima como consequência dessa pobreza. Por isso, fica claro que a falha governamental dissemina esse tema.

É importante discutir também como a falta de renda expande esse problema. Na revolução indústrial, começaram a ser produzido tudo com uma tecnólogia mais avançada, e isso fez com que muitas pessoas ficassem de fora do mercado de trabalho, incluindo as mulheres ao longo do tempo. Na atualidade, algumas mulheres ainda não tem condições de comprarem o absorvente e isso acaba gerando muitas faltas no trabalho ou até mesmo na escola e muita sujeira. Com isso, é nítido que a ausência de renda dificulta esse tema.

Por tudo que foi exposto, falha governamental e falta de renda, fica claro que são importantes causas desse problema. Sendo assim, as escolas deverão promover palestras, por meio dos funcionários, a fim de mostrar a gravidade dessa pobreza menstrual. Somado a isso, os pais devem orientar os seus filhos para que sejam doadores de itens de higiene básica por meio de exemplos comportamentais. Dessa forma, a pobreza menstrual diminuirá no Brasil.