A pobreza menstrual como reflexo da desigualdade social no Brasil

Enviada em 15/03/2024

Diante do tema abordado, segundo o estudo “Pobreza Mestrual no Brasil”, produzido pelo UNFPA e UNICEF, mostra que mais de 4 milhões de pessoas que mestruam não tem acesso a itens mínimos de cuidados mestruais nas escolas. Porém, não é uma realidade atual no país em vista que ainda é muito discutido sobre a pobreza mestrual no Brasil, diante das várias consequências que podem causar, esse quadro se dá principalmente pela desingualdade social e falta de acesso a sistemas de saúde de qualidade.

Segundo Nelson Mandela, ex-presidente da África do sul:" Só existem dois tipos de classes socias, a dos que não comem e dos que não dorme com medo da revolução dos que não comem". Diante disso, é visível a desingualdade de classes socias no Brasil, que continuam sendo um tormento para a população. Devido a essas lacunas socias muito indivíduos não tem condições financeiras sufiente para ter acesso a produtos básicos de higiene, isso se torna alarmante por afetar milhares de pessoas que mestruam levando cada vez mais a situação de pobreza e miséria extrema.

Ademais, de acordo o artigo 25 da DUDH:“toda pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar”. Porém, é notório que milhares de pessoas não tem seus direitos assegurados, apartir do momento que não tem acesso a um sistema de saúde de qualidade, pois, saúde é o conjunto de bem-estar físico e mental mas esse estado social causa a privação dos direitos de ir e vir durante o ciclo mestrual, gerando consequências psicologicas e os deixa vúneraveis a diversos tipos de doenças por fazerem uso de produtos inapropriados.

Portanto, para solucionar a condição de pobreza mestrual no Brasil, se faz necessário que o governo juntamente como o Ministério da Saúde através de impostos pagos pela população, crie programas para auxiliar e garantir o acesso à itens básicos de saúde e dimunir a pobreza que os oprimem a essa condição. Com isso todos os indivíduos terão uma saúde de qualidade e produtos de necessidade básica. Assim a sociedade torna-se mais igualitária, garantido os direitos dos cidadões.