A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.
Enviada em 01/09/2020
O filme (DES)Honestidade: a Verdade sobre as Mentiras é baseado em experimentos comportamentais feitos por um cientista que medem a propensão dos participantes mentirem algo a favor dele mesmo. Similarmente ao longa, a realidade brasileira não se difere, e essa tendência a trapacear é conhecida como “jeitinho brasileiro”, que é bastante comum entre a população do Brasil. Assim, visando a mudança desse cenário, é notório a necessidade de pessoas influentes servindo de referência honesta e de leis contra a corrupção sejam intensificadas.
Em primeira análise, salienta-se que pessoas possuidoras de grande importância para a população são como espelhos de boas índoles. Em consequência da falta disso, um estudo divulgado pela Transparência Internacional mostra que o Brasil está no 106° lugar no Ranking da Corrupção, significando que quanto mais abaixo mais corrupto é. Desse modo, percebe-se que o Brasil ainda necessita de muitas mudanças no âmbito político, e mais ainda, principalmente, no âmbito social, que é a base de todas as ações ocorridas no país.
Outrossim, é valido ressaltar que a aplicação falha de leis contribuem para a continuidade desse corrompimento social. Visto que no Código Penal prevê inúmeros crimes relacionados à corrupção, como Tráfico de Influência que consiste em influenciar a conduta de funcionário público para obter vantagens pessoais ou para terceiros. Nesse sentido, mesmo havendo leis que combatem tal prática, é imprescindível que sejam elas sejam mais rigorosas e inflexíveis, para que assim modificar tal aliciação.
Fica claro, portanto, que o “jeitinho brasileiro” é errado e que exige alterado. Cabe ao Governo Federal, a partir do Superministério da Justiça, criar projetos para que as leis sejam seguidas com severidade, em que neles também tenham campanhas de conscientização mostrando as consequências e outras alternativas dessas atitudes, para que tenha fim tais ações antiéticas da sociedade.