A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

Enviada em 29/07/2020

De acordo com a página de exposição “Gossip do dia”, a digital influencer Thayse Teixeira foi vista fingindo estar grávida para usar a fila preferencial no mercado. Esse, é um dos casos de desonestidade para benefício próprio, sem esforço. Tal fato está presente na sociedade há bastante tempo, isso porque existem referências de pessoas que burlaram as regras e não houveram consequências e por pensarem que essa impudência é sinônimo de esperteza.

Em primeira análise, é importante ressaltar acerca do descumprimento das leis sem uma devida punição. Nesse viés, segundo o jornal “Folha de São Paulo”, o famoso jogador de futebol Neymar Júnior sonegava impostos e ao ser processado, encerrou o caso na justiça pagando uma multa. Desse modo, essas pessoas tornam-se influências para aquelas que virem o caso e percebam que nenhuma providência foi posta além de uma cobrança em dinheiro.

Em segundo plano, é válido recordar sobre a opinião positiva atrelada ao “jeitinho” que o brasileiro tem de improvisar soluções para seus impasses. Um exemplo claro disso é no momento em que se é parado por um guarda de trânsito e ele prenuncia que vai dar-te uma advertência, no mesmo instante você o suborna com uma boa quantia e o policial te libera. Visto isso, essa atitude é bem considerada, porém, o que as pessoas não enxergam é que atos desonestos começam pequenos e se não haver uma correção, expandem, podendo causar maiores danos.

Diante dos fatos, fazem-se necessárias ações minuciosas que resolvam este problema. Sendo assim, o Ministério da Justiça e Segurança Pública deve ficar atento a qualquer ação incorreta e inserir punições eficazes como prestar serviços comunitários, para que evite tais comportamentos.  Além disso, o Ministério da Educação deve promover palestras acerca da deslealdade, para que o certo seja ensinado com antecedência. Assim, contribuindo para um futuro mais ético e honesto para a sociedade brasileira.