A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 08/09/2020

Na década de 1980, o Brasil presenciou a ascensão de jovens contra o regime militar e por uma maior participação política. O movimento se chamava “Diretas já” e, embora ainda não tenha atingido seu objetivo principal na época, tornou-se um marco em nossa democracia recente. Embora essa faixa etária desempenhe um papel vital na mudança político-social, no mundo de hoje os jovens são indiferentes. A infâmia associada aos políticos e a crescente desvalorização da cidadania são os principais motivos desta indiferença.

Primeiramente, deve-se destacar que a falta de credibilidade dos políticos é um fenômeno global. No Brasil, inúmeros casos de corrupção têm sido destacados e crises em diversos setores da sociedade mostram que o modelo tradicional de participação política fracassou. Segundo dados da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o número de jovens de 16 a 18 anos que não participavam do voto obrigatório diminuiu e, no longo prazo, essa falta de participação aumentará a crise. Ameaças à política, sociedade e economia e à própria cidadania.

Outro problema relacionado é a falta de acesso a uma educação de qualidade que valorize conceitos relacionados à cidadania e à participação social. Na Grécia antiga, devido à importância da política para a construção nacional, havia um grupo de arrebatamentos que, sob a influência do filósofo Aristóteles, aprenderam a política como uma espécie de conhecimento prático básico. Portanto, em um país democrático e legal, os jovens devem compreender seu papel na realização de interesses comuns.

Portanto, está claro que os jovens têm um papel fundamental na construção da nação. Resta agora, ao Ministério da Educação incentivar as escolas públicas e privadas a resolver problemas políticos que vão além do bom senso. Mostrar a história da participação juvenil em grandes eventos nacionais por meio de aulas de história e sociologia. Relacionado a isso está que com a formação de representantes estudantis e sindicatos, todo conhecimento é colocado em prática. Com isso, os alunos terão a oportunidade de exercer seus direitos e deveres de cidadões no ambiente escolar, garantindo assim uma melhor formação da cidadania.