A negligência em relação à saúde masculina no Brasil

Enviada em 27/09/2024

O homem no mundo sempre discuidou da saúde, no Brasil não é diferente. Eles negligênciam à saúde, apesar do hiato temporal, por questões socioculturais e estigmas relacionados com a masculinidade. A partir disso, é importante analisar o que motiva a falta de cuidado e o preconceito em relação a saúde do homem.

Nessa espectativa, os homens cuidam menos da saúde em relação as mulheres. Isso acontece, porque eles estão preocupados com o trabalho, não procuram médicos e não fazem exames com regularidade. Segundo dados do Ministério da Saúde as mulheres procuram mais atendimentos médicos e vivem sete anos em média a mais que os homens. Além disso, os individuos terceirizam os cuidados para as mulheres, são resistente a fazer uso de medicação, querem ser os fortes e privilégia o labor em detrimento da saúde. Logo, são os que descobrem as doenças em estagio avançado e falece mais cedo.

Outrossim, a cultura machista do homem,como o sexo forte fomenta o preconceito. Isso, ocorre, porque eles não reconhecem quando estão doentes, discriminam exames e em último caso procuram o profissional de saúde. Para isso, o Governo criou a campanha nacional, novembro azul, dedicada ao câncer de próstata com o objetivo de incetivar os homens a quebrar o preconceito com relação ao exame, já que muitos fazem e comentam sobre seus estado de saúde. Dessa forma, é possível enfretar o preconceito e ter um diagnóstico mais cedo. Então, se o homem prioriza seu bem estar e o estigma é visto apenas como uma barreira a ser quebrada.

Portanto, é fundamental que o homem cuide da sua saúde e enfrente os preconceitos. Para isso, o Ministério da Saúde deve realizar campanhas educativas nos ambientes de labor, por meio de oficinas ou multirão de exames a fim de concientizar de como o estigma dificulta na detecção de patologias no estagio inicial a fim de perpetuar o trabalho de cuidado em relação à saúde. Afinal, o homem precisa aderir a campanhas do Ministério da Saúde e deixar de lado a desinformação e o machismo.