A negligência em relação à saúde masculina no Brasil

Enviada em 29/08/2024

A revolição francesa, a partir da declaração dos direitos do homem e do cidadão, inagurou um processo que levou a univerlização da liberdades individuais e dos deveres sociais . Contudo, o poder estatal, pela falta do politicas publicas, carece no deselvolvimento de recursos para o combate a negligencia em relação á saúde masculina no Brasil e, portanto, ele é dissonante de principios humanos constituídos antes da contemporaneidade. Logo, cabe a ánalise em torno dessa realidade, a partir da premencia entre os sistemas educacional e governamental.

Inicialmente, é preciso contestar os moldes predominantes na educação brasileira. Dentro desse aspecto, torna-se imprescidivel referenciar Senera, ilustre filosófo do Império Romano, que uma vez afirmou: " Não estudamos para a vida, mas para a escola". Sendo assim, no Brasil as escolas - uma das principais ferramentas de formação de opinião, conhecimento e valores -, de maneira análoga á tese de Senera, por serem conteudistas, na escola aprende-se a ter uma masculinidade alta e forte e com isso tendem a ter vergonha de cuidar da sua saúde e assim aumentando o prenconceito. Desse forma, as crianças se tornam adultos desfamiliarizados com o machismo do prenconceito, o que reforça a incompetencia institucional com seu dever social.

Além disso, nota-se a ineficiencia do governo para concientizar a população a respeito do imbróglio segundo a teoria " Tabula rasa “, de John loche, o ser humano funciona como uma folha de papel em branco, e é moldado de acordo com as experiencias. Sob esses viés, como ocorre a omissão do estado em oferecer mais apoio á exames Urologogico normalizados em pro a sociedade masculina, os individuos permanecem em modo de inércia, como uma tábula em branco, provida pela inesxistencia de ação estatal em preencher essa lacuna, pois precisa-se fazer um exame de toque retal para previnis cancer de prostata.

Logo urge a intermedição dessa questao com enfase em principios normativos. Para isso, o ministerio da educação, orgão subordinado ao poder executivo federal, deve promover nas escolas politicas publicas da Saúde. Essa alternativa, especialmente será feita, a partir de verbas da União, provenientes do fundo rotativo orçamentarios, com a destinaçaõ de acabar com o preconceito.