A negligência em relação à saúde masculina no Brasil

Enviada em 14/05/2024

A Constituição federal de 1988, documento jurídico de maior hierarquia no país, assegurar a todo cidadão o direito à saúde. Adentrando a nossa realidade hodierna, esse direito vêm sendo colocado em segundo plano quando se trata da negligência em relação a saúde masculina no Brasil, o que provoca problemas para a coletividade. Assim, fatores como negligência familiar e questões normativas educacionais, agem como intensificadores do problema.

Inicialmente, urge salientar que a relação casuística da adversidade, se dá pela negligência parental. Sobre isso, o teólogo Martin Lutero, uma vez afirmou que, “A família é a fonte da prosperidade e desgraça dos povos.”, Isso ocorre pois, a família é a primeira relação social que o indindivíduo recebe, causando forte poder de influência na vida do indivíduo. No entanto, a questão da saúde masculina, não é um assunto debatido pelas famílias, mesmo sendo muito importante pra uma parcela muito importante da estrutura familiar, tornando esse um assunto muito evitado, devido aos membros afetados sentirem que esse assunto irá torná-los menos “machos”. Assim, a saúde é colocada em segundo plano, e o óbice persiste.

Outrossim, é válido referenciar Nelson Mandela, ativista e político da África do Sul, que uma vez afirmou, “A educação é arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.” Todavia, quando se adentra a realidade atual, a escola, a principal formadora de opinião, não vêm cumprindo o papel de educar o indivíduo, e preparar para os problemas da vida, e que os pensamentos de desmaculinização do indivíduo, não fiquem acima de sua saúde. Dessa forma, a educação não vêm realizando o seu papel, assim, as crianças se tornam adultos desfamiliarizados do problema, e o óbice persiste.

Portanto, medidas fazem necessárias para resolver o imbróglio citado. Para isso, o Ministério da educação, órgão responsável pela educação no Brasil, deve promover a relevância do assunto, através de palestras e debates com especialistas, afim de frear tal adversidade no Brasil. Dessa forma, os direitos estabelecidos na Constituição Federal de 88 serão respeitados, e o problema será erradicado no século XXI.