A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 24/05/2021

A mulher brasileira no mercado de trabalho é vista de duas maneiras pelos cidadãos, na qual, na primeira opinião muitos concordam com o posicionamento das mulheres de terem uma posição na área trabalhista e já no segundo posicionamento, os indivíduos têm a convicção, que pessoas do sexo feminino não devem trabalhar e sim serem cuidadoras do lar.  Na série Global “Viva a Diferença”, Nena é uma enfermeira que recebe um baixo salário em comparação aos de seus companheiros de trabalho, mas está em busca de um cargo superior no hospital que atua, porém, como possui uma filha pequena para criar, ela acaba se atrasando diariamente para o expediente e perde vaga que almejava.

Em primeiro lugar, é visível que as mulheres já enfrentam diversas dificuldades em suas vidas e na busca de emprego não é diferente, sofrem preconceito por fazerem parte do sexo biológico feminino. Cuja, esses preconceitos estão relacionados a oferta de um salário menor a trabalhadora em coparação aos dos homens empregados, dar preferência aos homens na hora da contratação e realizar diversas formas de assédio e como chantagem utilizar a demissão de seu emprego.

Em segundo lugar, é perceptível que além das mulheres suportarem a falta de respeito e de confiança que lhe são dadas na maioria dos cargos de empresas, ainda tem de lidar com atividades extras como, cuidar da casa, da família e até mesmo ás vezes conciliarem dois empregos para obterem uma melhor renda, porém por necessidade ou resistência todas as mulheres presentes nas áreas trabalhistas nunca desistem de suas ocupações. Segundo os dados recolhidos pelo Ministério do Trabalho, desde o século “XVIII” as mulheres que se inserem no mercado de trabalham enfrentam preconceitos, porém isso não fez com que mais de 54% das mulheres desistissem de seus empregos.

Dessa forma, conclui-se que a o preconceito referente a mulher brasileira no mercado de trabalho deve ser extinto, portanto o Ministério do Trabalho em companhia com o Governo Federal, deve por meio de uma reunião, impor às grandes empresas que de três contratados pelo menos uma seja do sexo feminino, caso contrário terão de arcar com uma multa. Também, exibirão em comerciais de TVs propagandas com estímulos e pontos benéficos para a preferência na admissão de mulheres, fazendo assim com que a porcentagem de ocupações feitas por pessoas do sexo feminino aumente a cada ano.