A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 15/04/2021
Entende-se que a baixa representatividade da mulher se enquadra em um contexto histórico, visto que desde da antiguidade, na Grécia Antiga o sexo feminino não era considerado cidadão, sendo excluído de importantes decisões da pólis (cidade). Nesse contexto, atualmente no Brasil elas ocupam cargos que antes eram exercídos apenas por homens, como a presidência da república que foi governada pela Dilma Rousseff. Entretanto, apesar de terem conquistado vários direitos, as mulheres ainda não representam o país em elevadas proporções, o que está diretamente interligado com a metaforização delas ao sexo frágil e o elevado preconceito. Logo, esse fato social deve ser combatido.
A priori, em um trecho da música ‘‘Mulher’’ de Erasmo Carlos, retrata uma comparação entre as mulheres e uma característica de fraqueza devido ao seu gênero feminino. Posteriormente, ainda que as mulheres já tenham comprovado a inverdade dessa contextualização ao assumirem grandes governos, cuidarem dos filhos e da família ao mesmo tempo, como foi o exemplo da Dilma, isso ainda é um critério de eliminação de algumas soluções de empregos e cargos governamentais. Consequentemente, esse conflito afeta de forma direta as vítimas de modo que elas não são escolhidas para o trabalho devido ao seu sexo, bem como, a possibilidade de um dia engravidarem e terem que sair em licença maternidade, pois, ainda que seja um direito concedido a elas, alguns gestores ainda consideram como perda de tempo e produditividade, em sequência, de capital. Dessarte, esse conflito público deve ser suprimido.
A posteriori, o preconceito entre gêneros é um fato que ainda atinge intensamente a sociedade brasileira. Isto posto, ainda que as mulheres tenham conquistado diversos direitos, como o do voto, elas ainda são vítimas de discriminação em vários âmbitos da sociedade devido uma inexistência da aceitação da aptidão das moças em assumirem cargos de elevada relevância. Por conseguinte, elas sofrem com o machismo e com comentários ofensivos diariamente, pois para os agressores o lugar das mulheres é em casa cuidando dos filhos. Nesse sentido, evidencia -se a campanha desenvolvida pelo jornal ‘‘O globo’’ no dia das mulheres em que as jornalistas reagem à comentários maldosos. Em síntese, em prol do necessário respeito que o sexo feminino e toda a população deve receber, esse empecilho deve ser reduzido.
Entende-se, portanto, que medidas preventivas devem ser tomadas para atenuar esse conflito público. Dessa forma, o Governo Federal, em parceria com ONGs feministas, deve promover um plano econômico destinado para criação de projetos de igualitariedade entre homens e mulheres nos principais espaços públicos, bem como, debates entre a população sobre preconceito e discriminação. Isso deve ser feito por meio de investimentos, fiscalizações e assistências ao projeto, bem com o intuito de reduzir gradativamente a esscasez da representividade feminina na sociedade brasileira.