A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 09/03/2021

Durante muito tempo, as funções da mulheres se limitava a partir de cuidar da casa e dos filhos.Afinal, o homem tinha que atuar com provedor do lar.

Esse cenário começou a mudar na metade do século 18.

Na média em que as industrias se fortaleciam, a mão de obra femina aumentava,mas mesmo com todas as ressalvas que se possa fazer ao modo como ocorreu a inserção da mulher no mercado de trabalho, esse foi um processo decisivo,ainda que lento para a emancipação da figura feminina e a conquista do acesso à educação formal.

A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nas desigualdades de oportunidades no mercado de trabalho. Segundo o ministério do trabalho, houve um crescimento de aproximadamente 3,2% do número de mulheres no ramo trabalhista do ano de 2007 até 2016. Diante do exposto, é inadmissível que em um período de quase dez anos apenas uma pequena parcela dessa população tenha se engajado em empregos formais.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o governo federal ponha em prática o direito a igualdade de gênero, estabelecendo multas severas às empresas que excluam ou trate com diferença essa parcela da população. Dessa forma, o Brasil poderia superar a desproporção dessa conjuntura.