A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 25/01/2021
Todas as pessoas nascem iguais em dignidade e direitos, conforme afirma a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Nesse sentido, é evidente que todos os cidadãos devem ser tratados igualmente na sociedade, entretanto, não é o que ocorre no Brasil. A importância de tal problemática deve-se às dificuldades que as mulheres sofrem no mercado de trabalho além da diferenciação no tratamento.
Primeiramente, é imperativo ressaltar que foi somente em 1887 que a primeira mulher terminou o ensino superior no Brasil, segundo o site SBCoaching. Logo, infere-se que a especialização tardia da população feminina corroborou para o menor número no mercado de trabalho, quando comparado ao dos homens.
Outrossim, convém pontuar que as mulheres representam quase 50% dos negócios próprios, segundo a revista “O Tempo”. Portanto, torna-se evidente que devido à preferência em demitir mulheres ao invés de homens, elas tendem a abrir negócios próprios a fim de garantir a igualdade de gêneros.
Posto isso, é preciso que providências sejam tomadas a fim de garantir a igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Logo, cabe ao Ministério da Cultura junto com o Ministério do Trabalho realizar palestras que conscientizem a população sobre a importância da participação da mulher na formação de renda familiar e da igualdade no campo laboral. Dessa maneira, a Declaração dos Direitos Humanos será respeitada e a igualdade, garantida.