A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 28/12/2020

Durante a Revolução Industrial, ocorrida no século XVIII na Inglaterra, as mulheres recebiam menos que os homens apesar de fazer o mesmo trabalho que eles. No contexto atual, semelhantemente, essa realidade persiste no Brasil. Nesse sentido, é possível afirmar que as pessoas do sexo feminino encontram mais dificuldades no mercado de trabalho. Isso se evidencia pela preferência de quem ainda não é mãe e pelo mito da superioridade masculina.

Diante desse cenário, cabe destacar que as mulheres que possuem filhos têm menos chances de serem contratadas. Ao encontro disso, segundo o portal de notícias G1, mães enfrentam mais dificuldades para conseguir trabalho, principalmente se forem solteiras. Sob esse aspecto, é nítido que empregadores possuem uma visão errada e discriminatória que uma mulher faltará mais ao serviço ou não irá fazê-lo bem se possuir uma criança. Desse modo, infelizmente, é inegável a contribuição da desigualdade feminina no mercado de trabalho com as visões inadequadas de algumas empresas.

Além disso, muitas pessoas acreditam que os homens são superiores. De acordo com Platão, filósofo pós-socrático, as mulheres são como homens inferiores, o que revela como o preconceito está enraizado na sociedade a vários anos e perpétua, negativamente, na atualidade, conforme dados do jornal Folha de São Paulo. É, pois, inadmissível, grande parte da população continuar com essa mentalidade errada e que prejudica as mulheres no mercado de trabalho.

Dessa forma, medidas são necessárias para resolver o impasse social. A escola, portanto, deve instruir todas as crianças sobre a igualdade dos gêneros. Isso acontecerá por meio de palestras sobre o respeito e direitos iguais de todos os brasileiros, com auxílio da disponibilização de materiais online e campanhas promovidas pelas instituições de ensino. Espera-se, com isso, acabar com a desigualdade que as mulheres encontram no mercado de trabalho.