A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 09/10/2020

A mulher brasileira no mercado de trabalho

O papel ocupado pela mulher no mercado de trabalho nunca foi de tanto destaque, mas ainda não motivos para comemorar. Com o advento da Revolução Industrial, as mulheres começaram a entrar no mercado de trabalho porque a demanda por produtos manufaturados aumentou e, embora o crescimento tenha sido lento, esse foi um marco importante para as mulheres. Porém, mesmo décadas após citar essa referência, as mulheres no mundo capitalista ainda enfrentam enormes dificuldades, como a divisão do trabalho por gênero e a desigualdade de gênero. Portanto, não há dúvida de que o ambiente de trabalho para as mulheres precisa ser melhorado.

Apesar do aumento das ocupações femininas em empregos formais, elas ainda enfrentam enormes desafios, como menor remuneração em relação aos homens. O dado é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que afirma que as mulheres que exercem a mesma função ganham 23,5% menos que os homens. Portanto, a disparidade salarial mostra a segregação de gênero no trabalho, que é um problema atual. Como resultado, a jornada dupla de trabalho das mulheres aumentou a disparidade de gênero. Segundo o “IBGE”, as mulheres trabalham em média 14 horas a mais por semana do que os homens. Isso ocorre porque eles devem conciliar as atividades familiares e o trabalho. Como resultado, elas trabalham mais horas e ganham menos, o que aumenta o desafio da igualdade de gênero no mercado de trabalho.

Diante das circunstâncias acima, o governo federal deve aprovar um poder legislativo para promulgar projeto de lei que imponha multas a empresas que desempenhem as mesmas funções com salários diferentes. A fiscalização do Ministério do Trabalho tomará tais medidas, que fará uma auditoria na empresa com o objetivo de reduzir a defasagem salarial. Portanto, a principal população afetada serão as mulheres, porque são mais iguais aos homens e têm menos preconceitos de gênero.