A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

De acordo com o Ministério do Trabalho, em 2016 a participação das mulheres no mercado de trabalho estava em 44%. Porém, mesmo com esse crescimento em relação aos primeiros anos em que a mulher começou a atuar no mercado depois da Revolução Industrial, ainda são enfrentados por elas inúmeros problemas, dentre eles está a desigualdade, formada por pensamentos machistas que surgiram à anos atrás. Esses pensamentos englobam principalmente a ideia de que o lugar da mulher é dentro de casa, cuidando dos filhos e realizando os afazeres domésticos enquanto o homem trabalha para sustentar a família.

Hoje em dia, a situação não é a mesma de antes, muitas mulheres têm seu papel no mercado de trabalho mas ainda sim, são muito desvalorizadas. Grande parte das vezes elas atuam no mesmo emprego, mesma área, mesma função que um homem mas recebem um salário menor, outras situações também mostram que elas não têm voz, não conseguem dar ideias e fazer propostas que possam agregar a empresa, o que é o motivo de milhares delas deixarem seus empregos por se sentirem incapazes de realizar sua função no local de trabalho.

É preciso que as mulheres vão a luta pelos seus direitos de igualdade, mostrando que elas podem sim exercer as mesmas funções que um homem exerce, que são capazes de fazer a diferença no meio em que atuam se assim for lhes permitido. Além disso, diretores, empresários e chefes que contratam essas mulheres, têm que ter o entendimento que elas não devem receber menos que os homens em áreas que ambos realizam a mesma função. Para isso, deve se acabar com o pensamento machista, que limita as possibilidades da atuação da mulher no mercado de trabalho, compreendendo que não é porque são mulheres quem não têm que ser valorizadas e priorizadas, acabando assim com a desigualde nesse meio.

Só assim, as mulheres vão ter voz, pondo fim com tudo que as impede de crescer no mercado de trabalho.