A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

É inegável que houve avanços nas últimas décadas, mas alguns desafios ainda estão presentes quando o assunto é a presença das mulheres no mercado de trabalho. Isso porque a discriminação ainda existe e a igualdade ainda não faz parte da realidade da maioria. Para esse problema acabar o governo tem que ser mais intenso nas suas leis, porque tem várias e ainda não são suficiente para impedir esses atos.

Dês da década de 1940, quando a industrialização começou a acontecer no Brasil, as mulheres exerciam somente o papel de administradoras do lar. Ou seja, a maioria delas era sustentada pelo marido. Foi a partir do desenvolvimento da indústria que as coisas começaram a mudar um pouco. As mulheres também passaram a trabalhar nas indústrias, que precisavam de mão de obra. Como recebiam salários mais baixos, o setor industrial começou até a priorizar o trabalho feminino. Com o passar dos anos, a fatia do mercado de trabalho ocupada pelas mulheres aumentou. Segundo o IBGE, menos de 14% das mulheres tinha emprego nos anos 1950.

Hoje muitas mulheres no Brasil sustentam suas famílias, trabalham em diferentes áreas do mercado e possuem os próprios planos de carreira. Além disso, elas estão sempre em busca de mais qualificação para conseguir vagas de emprego melhores e com mais benefícios. Mas existe alguns problemas ainda como, pagar salários diferentes para homens e mulheres que ocupam um mesmo cargo em uma empresa, a desigualdade ao lugar ocupado por homens e mulheres na hierarquia das empresas e vários outros.

Portanto a vida das mulheres no mercado de trabalho não é nada fácil. Se o governo federal colocasse em prática o direito a igualdade de gênero, estabelecendo multas severas às empresas que excluam ou trate com diferença essa parcela da população. Dessa forma a as mulheres vão trabalhar de uma forma igualitária, como sempre deveria ser.