A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

Gênero e mercado

Uma das mais evidentes diferenças sociais refere-se às relações de gênero,  relacionada à questão econômica. A participação da mulher no mercado de trabalho brasileiro tem ganhado destaque principalmente nos últimos anos. Em 2007 a presença feminina representava 40,8% do mercado formal. Já em 2016, esse número subiu para 44%. Os dados são do Ministério do Trabalho e são baseados em pesquisas do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Embora as mulheres tenham conseguido espaço no mercado, elas ainda sofrem consequências relacionadas ao seu gênero, tanto é que de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2015, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, a média de salário masculino é cerca de R$ 2.012, enquanto a mulher tem a média salarial de R$ 1.522.

Para resolvermos esse problema devemos seguir o exemplo da Islândia, que foi o primeiro país a tornar obrigatório a igualdade salarial entre gêneros, tanto no setor governamental e tanto no setor privado com mais de 25 funcionários, caso o(a) empregador(a) não siga essa regra, será punido com multas. Hoje a Islândia ocupa a 1° posição do Índice Global Gender Gap do Fórum Econômico Mundial, já o Brasil está em 90º lugar.