A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

Durante um longo período da história, as funções da mulher eram limitadas em cuidar da casa, dos filhos e do marido. Sendo assim, o homem seria o provedor do lar. Porém a partir da metade do século 18, a necessidade da mão de obra só aumentava, devido a Revolução Industrial. Por esse motivo, as mulheres foram inseridas no mercado de trabalho já com um salário baixo.

O valor pago pelo trabalho feminino permanece inferior até os dias atuais. No Brasil, segundo o IBGE, estima-se que o rendimento médio mensal dos homens seja de 2.306 reais, enquanto o da mulher cai para 1.764 reais.  Assim também ocorre com a quantidade de cargos gerenciais ocupados por mulheres que são de apenas 39,1%, porcentagem também inferior.

De acordo com o Ministério do Trabalho no Brasil, tem ocorrido o crescimento da ocupação feminina em postos formais de trabalho. Mesmo que não seja tão relevante, o valor cresceu de 40,8% em 2007, para 44% em 2016. Apesar deste avanço, o percentual não condiz com a quantidade de mulheres no Brasil que são a maioria e correspondem a 51,03%. Estas estatísticas revelam o quanto o mercado de trabalho ainda é desigual entre os gêneros.

Em 1948, foi promulgada pela ONU, a declaração dos direitos humanos que garante a todos os indivíduos o direito à igualdade de gênero e ao bem-estar social. Sendo assim, cabe ao Governo Federal, organizar projetos de leis que sejam eficazes e diretamente voltados às empresas. Este decreto deverá ser seguido e bem administrado, para que assim seja possível manter a igualdade tanto no salário, na empregabilidade e até mesmo no protagonismo de cargos gerenciais pelas mulheres.