A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 12/07/2020
A desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho vem desde muito tempo atrás. A figura feminina só ingressou no mercado quando ocorreu a Revolução Industrial, no século XVIII. Antes disso, ela era vista somente como a dona de casa, que não trabalhava fora. Atualmente, mesmo que a mulher tenha conseguido seu lugar nesse meio, ainda sofre preconceito machista, sendo desvalorizada entre cargos mais altos, que acabam por direcionados à homens.
Segundo pesquisas do PNAD, Pesquisa Nacional por Amostra De Domicílios, a mulher representa a maior porcentagem da população com idade para trabalhar, mas ainda assim não é a maioria na área de atuação. Isso ocorre devido ao machismo ainda presente na sociedade, que continua por ver a mulher com os mesmos olhos de séculos atrás. E, também, existe aquele preconceito de que há profissões femininas, como o professor, e outras masculinas, como o médico. Um pensamento extremamente errado e que dificulta a entrada das mulheres em determinadas áreas.
Em algumas empresas, ela ainda sofre a desvalorização em relação à figura masculina. Muitas, escolhem o homem para ocupar cargos maiores e não a mulher, considerando-a inferior e incapaz de assumir tamanha responsabilidade. Ou, se ela chega a assumi-los, sofre certa limitação e desconfiança dos outros membros da instituição.
Em pleno século XXI, há quem a veja somente uma dona de casa. Há quem fale que o homem é quem deve sustentar a família e levar dinheiro para dentro de casa enquanto a esposa realiza tarefas domésticas. A imagem feminina, vem ganhando força e, em muitas residências, são as responsáveis pela renda. Muitas mulheres, estão abrindo o próprio negócio e mostrando o quanto são capazes e aptas a ocuparem cargos de liderança.
O preconceito é nítido no mundo atual. A sociedade feminista sofre demasiadamente com esse pensamento e, felizmente, tem se mostrado empenhada em mudar essa realidade. Hoje em dia, muitas donas do seu próprio empreendimento, montam grupos em redes sociais para se ajudarem e trazer maior visibilidade para o trabalho de cada uma, o que possibilita maior acesso à empresas e pequenos negócios comandados por mulheres, ajudando a resolver a desigualdade existente.
Contudo, ainda há muito o que fazer sobre o assunto em questão. Muitos ainda devem ser orientados para que entendam que no mercado de trabalho não há diferença por gênero sexual. Empresas que possuem mulher como líder e alcançam grandes resultados de desenvolvimento econômico, devem servir de exemplo e serem mostradas a todos, para então haver mudança e o machismo não estiver mais presente e servindo como obstáculo para a igualdade de direitos a todas e todos.