A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 12/07/2020
A desigualdade de gênero sempre existiu na sociedade brasileira. Dados do IBGE mostram que até o século XX, apenas 13,6% das mulheres estavam inseridas no mercado. Com o passar dos anos esses percentuais aumentaram e no ano de 2018, as mulheres já ocupavam 57,4% do mercado de trabalho, mas mesmo com o aumento do trabalho feminino a diferença salarial ainda permanece atualmente. Existem diversas formas de fazer com que a mulher alcance a igualdade de gênero no trabalho, por exemplo, políticas de igualdade de gênero, salários igualitários e a valorização da mulher.
As políticas de igualdade de gênero são importantes porque apoiam as mulheres nos diversos cargos executivos, já que na maioria das empresas os cargos mais elevados são ocupados por homens. Uma pesquisa do IBGE revela que no mercado de trabalho corporativo, 14% dos executivos eram mulheres, 4% eram presidentes de empresas e 3% integravam conselhos de administração, por esse motivo é necessário empresas que apoiam as mulheres.
A valorização da mulher e os salários igualitários são importantes na luta contra a desigualdade de gênero, porque um dos principais problemas desse tema ainda é a diferença de salários, de acordo com o censo do IBGE de 2010, as mulheres recebem em média 27,25% a menos que os homens. Por esse motivo, as empresas precisam adotar medidas para a igualdade de salários entre ambos os gêneros e, além disso, precisam valorizar o trabalho e nível de escolarização das mulheres, porque geralmente elas estão mais presentes nas universidades e apresentam níveis de escolaridade superior ao dos homens.
Sendo assim, a luta pela igualdade de gênero é cada vez mais importante e as empresas precisam apoiar e adotar as medidas propostas (políticas de igualdade de gênero, salários igualitários e a valorização da mulher), para que as mulheres sejam inseridas no mercado de trabalho, recebam salários igualitários e alcancem os cargos mais altos nas empresas.