A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 12/07/2020
Ordem e regresso
As estatísticas mostram que as mulheres, no Brasil, chegam a receber pelo menos 20% menos em seus salários exercendo as mesmas profissões e funções dos homens. De acordo com o artigo 5° inciso 1°: ´homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações´. Percebe-se grande contradição nesses fatos, já que, existem leis para que essa desigualdade salarial não ocorra, porém ainda vem a acontecer, seja pela existência do afastamento em função da licença maternidade ou pela batalha de exercer o compromisso do trabalho e cuidar de sua casa e filhos , realidade de muitas mulheres.
Além do mais, existem muitos esteriótipos que julgam que as mulheres deveriam ter um posicionamento mais masculino nas empresas, já que para os homens(que compõe a maior parte em administração de uma empresa) dizem ser o correto para os negócios. Dando sequência com esses problemas, retomamos ao problema de ´cuidar de filhos ou focar na carreira?´, uma pesquisa da Google feita em março de 2018 diz que, a busca por ´congelamento de óvulos´ cresceu 89% nos últimos 5 anos, isso mostra preocupação em se encaixarem no mercado de trabalho.
Mesmo passando por tais dificuldades, as mulheres vem conquistando seu espaço, em 2016 segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE) elas já ocupavam 51,03% em postos formais de trabalho.
Enfim, ainda temos muito o que fazer para alcançar a muito almejada igualdade, e para isso acontecer medidas tem que ser providenciadas, começando de dentro das escolas e famílias, ensinando a meninos e meninas que seus direitos e deveres são iguais na sociedade, assim como, os afazeres domésticos. Dentro das empresas o método é outro, que se caracterizam como a igualdade salarial e o cumprimento da Consolidação das Leis do Trabalho(CLT). Se seguirmos tal metodologia, a igualdade entre os gêneros no Brasil e no Mundo estará mais próxima.