A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 12/07/2020
De um lado temos o aumento na participação da mulher no mercado de trabalho. De outro lado temos que apenas 19% de cargos de alto escalão são ocupados por trabalhadoras, e cerca de 53% das empresas do país assumem não ter mulheres nos cargos de liderança. Outro problema é o machismo no local de trabalho, que infelizmente é um mal enfrentado até hoje pelas mulheres brasileiras.
As mulheres são as maiorias nas funções consideradas femininas, e que pagam menos. No trabalho domestico por exemplo, são cerca de 6 milhões de trabalhadoras. Cerca de 92% total das pessoas que exercem essas profissões, de acordo com uma pesquisa feita pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS).
O machismo no mercado de trabalho é um problema muito grave e desconfortável. Muitas mulheres não conseguem um emprego pelo machismo também, por pensarem que já vão sair em licença maternidade, ou por acharem que são insuficientes em relação aos homens. E também o assédio moral no local de trabalho é infelizmente muito frequente, e deixa o ambiente de trabalho menos produtivo e mais cansativo, de acordo com uma pesquisa realizada em 2010.
É imprescindível que, diante dos argumentos expostos, todos se conscientizem de que em muitas vezes as mulheres são injustiçadas no mercado de trabalho. Para diminuir esses prejuízos, o governo deve impor ações para conscientizar que o machismo é desagradável. E também fazendo isso ajuda a valorizar a mulher no mercado de trabalho.