A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 13/07/2020
A realidade vivida por mulheres é dura, desvalorização, desemprego, descriminação, fazem parte da realidade enfrentada por aquelas que dão origem as novas gerações e são a base da educação familiar. Dessa forma, não só o sexismo existente desde a antiguidade na sociedade, mas também a grande diferença salarial, evidenciam como é tratada a mulher brasileira no mercado de trabalho, sendo que é contrário do seu potencial e desempenho profissional. Com isso, é indispensável uma reforma nas condições de trabalho, e diminuir a discriminação sexual.
É de suma importância ressaltar as péssimas condições de serviços oferecidas às mulheres, segundo pesquisa recente elas ganham 17% a menos que os homens, exercendo as mesmas funções. Portanto, isso deixa claro as perdas econômicas para as trabalhadoras, e também um sentimento de inferioridade que pode levar a distúrbios mentais, como a depressão. Ao contrário desse cenário, países europeus estão na lista do Índice Global Gender Gap com alto índices de igualdade de gênero, as diferenças nas empresas entre pessoas do sexo feminino e masculino são imperceptíveis.
O sexismo deixa claro o preconceito ainda presente na sociedade do século xxi, o que acaba criando uma desigualdade ligada ao sexo, gerando conflitos de opinião dentro dos lares. Desse modo, a estrutura familiar criada na antiguidade, em que a mulher era responsável por cuidar da casa e da criação dos filhos, não faz mais sentido na atualidade. Isso fica claro pelas novas estruturas familiares que surgiram no Brasil e no mundo. Apesar de ainda estar presente em grandes proporções, graças aos movimentos feministas a tendência é só diminuir e chegar a não existir, igualando todos os indivíduos perante o mercado de trabalho.
É bem claro que mudanças são necessárias nas condições de trabalho e que a discriminação deve ser combatida. Para a diminuição dos problemas decorrentes, é necessário que o Ministério da Economia (ME) juntamente com o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH), crie por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive o debate sobre o tema e advirta os cidadãos dos problemas gerados, sugerindo ao telespectador criar o hábito de debater sobre temas históricos e aprender com o passado. Somente assim será possível reverter essa situação, além de promover socialmente as mulheres.