A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 27/04/2020
Podemos perceber que há a existência de um certo preconceito no mercado de trabalho, aferindo diretamente as mulheres, que apenas por serem mulheres sofrem com o machismo. Essas, possuem uma baixa oportunidade no mercado de trabalho que impossibilita que esses indivíduos desfrutem do direito da igualdade de gênero e bem-estar social, que é um direito mundial, segundo a declaração de direitos humanos promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948.
Podemos afirmar que a educação é um dos fatores, se não o maior fator que contribui para o desenvolvimento de um país. O Brasil ocupa a nona posição da economia mundial, então você deve imaginar que esse possua um bom mercado de trabalho, mas ocorre justamente o contrário, o nosso país possuí um mercado de trabalho desigual. Segundo o ministério do trabalho, houve um acréscimo de aproximadamente 3,2% do número de mulheres no ramo trabalhista do ano de 2007 até 2016. É inadmissível que em uma década apenas uma pequena parcela da população tenha engajado em bons empregos.
Sabemos que a sociedade machista é herdada do nosso passado essa que também influência essa desigualdade presente no mercado de trabalho. Também é de grande importância e urgência se opor e questionar, as grandes diferenças salariais entre homens e mulheres, ao poder público. Podemos justificar tais diferenças de salário através da pesquisa de 2010 do IBGE essa afirma que 60% dos profissionais de arquitetura são mulheres, e seu salário é aproximadamente 25% menor que os dos homens.
Apresentados os fatos, podemos afirmar que cabe ao governo federal por em prática o direito a igualdade social, desenvolvendo multas severas a empresas que tratar de maneira diferente ou excluir indivíduos por seu gênero, visando a construção de um mercado de trabalho estático socialmente. Dessa forma o Brasil poderia superar a desconformidade dessa situação.